Em razão do grande número de ocorrências policiais na Rua 02 de Maio, 2ª Travessa 2 de Julho, em Camaçari, onde funciona a sede do Sispec, e devido à vulnerabilidade e falta de garantias de segurança, a diretoria do sindicato resolveu mudar os horários de atendimento em sua sede provisória. A partir dessa segunda-feira, 23/11, a entidade funcionará das 8h às 16h, horário que vigorará até o dia 31 de dezembro de 2015.
Postagem em destaque
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
4ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DISCUTIU POLÍTICAS PÚBLICAS E EMPODERAMENTO DAS MULHERES
Com o tema “Mais direitos, participação e poder para as mulheres”, foi realizada a 4ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres da Bahia (CEPM), nos dias 11, 12 e 13 de novembro, no Gran Hotel Stella Maris, em Salvador. A professora Márcia Novaes, diretora do Sispec, participou do evento.
A conferência foi promovida pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM-BA) e pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher (CDDM). Na pauta de discussões foram abordadas questões referentes à violência de gênero, direitos da mulher e alternativas para ampliar a participação feminina nos espaços de poder. A programação também incluiu apresentações culturais.
Autoridades estaduais e municipais, além de representantes de diferentes segmentos, da capital e do interior, marcaram presença na abertura da 4ª Conferência. As demandas aprovadas no evento serão apresentadas como propostas na 4ª Conferência Nacional de Política para as Mulheres, marcada para março de 2016.
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
SISPEC PRESENTE EM MOBILIZAÇÃO DA CNTE EM BRASÍLIA
Nessa quarta-feira (11/11), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) realizou manifestação no Congresso Nacional, em defesa da educação pública de qualidade. O ato reuniu cerca de 500 educadores de todo o Brasil, que representam os sindicatos filiados à Confederação.O Ato de Ocupação do Congresso Nacional começou às 9h da manhã, em uma tenda, montada pelo SINDSEF DF, entre o Ministério do Planejamento e o Ministério da Agricultura e Abastecimento. Carmen Foro, vice-presidente da CUT Nacional, enfatiza a importância do trabalho da CNTE: Neste momento, a Confederação cumpre um papel extraordinário na conjuntura, fazendo a defesa de um tema tão importante para o desenvolvimento deste País, a educação. Sem educação não haverá desenvolvimento, não haverá avanço na sociedade”.
No período da tarde, às 14h, começou passeata dos trabalhadores em educação em direção ao MEC para entrega da proposta dos educadores para o Piso Salarial Profissional Nacional e as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira dos Profissionais da Educação Pública ao Executivo, encerrando o protesto. (Fonte: CNTE)
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| Os diretores do Sispec Raimundo Moreira e Valdelaine de Jesus participaram do evento |
Pautas da manifestação:
1. Pela
manutenção do critério de reajuste do piso do magistério de acordo com a Lei
11.738;
Em 16 de
julho de 2008 foi sancionada a Lei n° 11.738, que instituiu o piso salarial
profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação
básica, regulamentando disposição constitucional. Atualmente o piso do
magistério é R$ 1.917,78, para uma jornada de até 40h semanais. A lei determina
que o reajuste do piso seja igual ao reajuste do custo-aluno do Fundeb. A CNTE
considera que a manutenção deste critério é fundamental para que o princípio
que norteou a elaboração da lei piso salarial seja mantido: a valorização do
magistério. Por isso, defende a sua permanência como fator estruturante para a
construção de uma escola pública de qualidade, socialmente referenciada.
2. Pela
instituição do piso salarial e das diretrizes nacionais de carreira para todos
os profissionais da educação, com entrega dos anteprojetos de lei da CNTE ao
Poder Executivo;
Durante a
2ª Plenária Intercongressual da CNTE, no mês de agosto, em Brasília, as
propostas de projetos de lei para o Piso Salarial Profissional Nacional e as
Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira dos Profissionais da Educação
Pública Escolar foram aprovadas pelos educadores. Os textos foram discutidos
com cerca de 500 representantes de sindicatos de educação de todo o País.
Um dos projetos institui o piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação pública de nível básico a partir da regulamentação do artigo 206 da Constituição Federal. A outra proposta estabelece as diretrizes mínimas para os planos de carreira dos profissionais da educação básica pública, nas redes de ensino da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
Um dos projetos institui o piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação pública de nível básico a partir da regulamentação do artigo 206 da Constituição Federal. A outra proposta estabelece as diretrizes mínimas para os planos de carreira dos profissionais da educação básica pública, nas redes de ensino da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
3. Contra
a Lei da Mordaça – PL 867/2015
O Projeto
de Lei 867/2015, de autoria do deputado Izalci (PSDB-DF), inclui, entre as
diretrizes e bases da educação nacional (LDB), o "Programa Escola sem
Partido". Caso aprovado, o projeto elimina a concepção paulo-freiriana de
transmissão do conhecimento, na qual o objetivo da educação é conscientizar e
ensinar o estudante a ler o mundo para poder transformá-lo. Na verdade, o
projeto institui a censura, retirando a liberdade do professor de ensinar.
4. Contra
a Terceirização – PL 4.330/04 e PLC 30/15;
O Projeto
de Lei nº 4.330/2004 propõe a liberalização da terceirização para qualquer
área, atividade ou setor produtivo das empresas. A flexibilização da lei
trabalhista representa o fim do emprego formal, já que todos os setores da
economia podem escolher contratar trabalhadores terceirizados, aos quais não se
aplicam acordos nem convenções coletivas.
5. Pela
aprovação da Lei de Responsabilidade Educacional – PL 8.039/10;
A lei vai
fixar padrões de qualidade para a educação e punição para os gestores públicos
que descumprirem as regras.
6. Pela
aprovação do PL 2.142/2011, que autoriza os IFES a ofertarem cursos do
Profuncionário e similares;
Altera a
Lei nº 11.892/2008, para incluir os cursos de formação de profissionais da
educação em nível médio e superior entre os objetivos dos Institutos Federais
de Educação, Ciência e Tecnologia.
7. Contra
o PL 6.726/13 e o PLS 131/15, que reduzem os recursos dos royalties do petróleo
e do Fundo Social para a educação e a saúde:
O texto do PL 6726/2013 dispõe sobre a exploração e a produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos, sob o regime de concessão, em áreas do pré-sal e em áreas estratégicas, sendo contrário à Lei da Partilha, que instituiu o Fundo Social e destinou recursos para a educação e a saúde através da Lei 12.858. A proposta quer, ainda, mudar em definitivo o regime de exploração na camada Pré-sal, substituindo a partilha pelo regime de concessão, no qual o Estado apenas recebe o pagamento de royalties sem deter a propriedade de parte do petróleo em acréscimo aos royalties e a outros bônus previstos na partilha.
O texto do PL 6726/2013 dispõe sobre a exploração e a produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos, sob o regime de concessão, em áreas do pré-sal e em áreas estratégicas, sendo contrário à Lei da Partilha, que instituiu o Fundo Social e destinou recursos para a educação e a saúde através da Lei 12.858. A proposta quer, ainda, mudar em definitivo o regime de exploração na camada Pré-sal, substituindo a partilha pelo regime de concessão, no qual o Estado apenas recebe o pagamento de royalties sem deter a propriedade de parte do petróleo em acréscimo aos royalties e a outros bônus previstos na partilha.
O PL
131/2013, do Senador José Serra, pretende retirar a exclusividade da Petrobras
nas operações de exploração do Pré-sal. O controle da exploração do petróleo e
gás seria transferido da Petrobras para empresas privadas multinacionais, o que
impõe menos arrecadação ao Fundo Social da União e, em consequência, para a
educação e a saúde.
domingo, 8 de novembro de 2015
CALENDÁRIO DE REPOSIÇÃO
O Sispec recebeu da Seduc o calendário oficial de reposição, no qual foram acatados os dois dias de reposição sugeridos pela categoria. A secretaria recuou da sua imposição inicial de reposição de nove dias (inclusive de assembleias), com todos os sábados de novembro, dezembro e parte de janeiro. No entanto a Seduc informou que as aulas devem ser ministradas de forma presencial, o que é prerrogativa da secretaria. Mais uma vez a categoria sai vitoriosa. O Sispec jamais aceitará a violação do direito do trabalhador; nunca discutimos, nem discutiremos, reposição de assembleias. Categoria unida é categoria vencedora!
CONFIRA ENCAMINHAMENTOS DA ASSEMBLEIA DO DIA 28/10/2015
A categoria aceitou os acordos propostos pelo governo, retornando às suas atividades normais.
* Desconto de ISMM - Compensação de 100% dos valores da folha de outubro.
* Enquadramento - 459 já enquadrados; mais de 140 já foram encaminhados para publicação no próximo Diário Oficial.
* Gratificação de estímulo ao aperfeiçoamento - Serão aplicados na folha de outubro. Os retroativos serão discutidos em reunião no dia 17 de novembro.
* Auxílio transporte e alimentação - Implantação dos novos valores na folha de novembro. Retroativo da alimentação será pago na folha de novembro, e do transporte na folha de dezembro.
* PCCV - O governo se propõe a discutir desde que não gere despesas em 2015, pois alega não ter condições financeiras diante do atual cenário econômico.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
CATEGORIA DEU SHOW DE MOBILIZAÇÃO NAS RUAS DE CAMAÇARI
Após assembleia na Escola Normal de Camaçari, na manhã de terça-feira, 20/10, os professores e professoras da rede municipal saíram em caminhada pelas ruas do centro, se concentrando em frente à Cidade do Saber para marcar o seu protesto contra o descumprimento de várias cláusulas dos acordos coletivos assinados com o Sispec. A categoria deu um verdadeiro show de mobilização, tomando as ruas e esclarecendo a população (por meio de panfletagem) sobre os motivos da paralisação nos dia 13 e 14 de outubro. Parabéns a todos os educadores pelo compromisso e espírito de luta na defesa da nossa causa.
DELIBERAÇÕES DA ASSEMBLEIA
* Assembleias pontuais, sendo a próxima na semana que vem, com local e data a definir;
* Escolha de dois representantes por escola para melhor articular e pressionar a votação do PCCR;
* Reuniões internas com pais/responsáveis para explicar a situação do movimento dos professores;
* Movimentos setoriais para panfletagem e esclarecimento junto à comunidade.
domingo, 18 de outubro de 2015
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